Iogurte feito em casa

Olá, entre os básicos de uma alimentação natural está o iogurte caseiro.

Produtos lácteos fermentados têm sido essenciais na dieta humana em muitas regiões do mundo desde tempos imemoriais. Aparentemente passaram a ser consumidos desde que passamos a criar animais domésticos quando pastores perceberam a fermentação do leite, espontânea, que carregavam em suas bolsas confeccionadas com couro de cabra. As evidências mostram essas associações com os povos sumérios e babilônios da Mesopotâmia, egípcios, no norte de África, leste, e indo-arianos da Índia. Os Vedas, antigas escrituras indianas, que datam de 5.000 anos, mencionam o dadhi. Também  na medicina Ayurvédica o leite fermentado (Dadhi) é citado como benéfico para a saúde e com propriedades para combater doenças.

Sônia Hirsch o classifica entre “coisinhas azedas do bem” em seu livro “Candidíase – a praga”. Ela escreve que o leite de vaca in natura pode causar uma série de problemas digestivos e alergias, além de ser produzido com hormônios e antibióticos. Fermentado, o mesmo leite se torna benéfico para a maior parte das pessoas, desde consumido com moderação.

 

Iogurte é bem fácil de ser preparado, basta tomar cuidados extras com alguns ítens de higiene dos utensílios a serem usados, de preferência em vidro, cerâmica ou aço inox.

Agora no outono e inverno, com temperaturas mais baixas, uma iogurteira é bem vinda, mas não necessária. Há formas de driblar sua ausência e produzir delicioso iogurte, sem químicos e sem ser industrializado. O forno pode ser aquecido a 50°C por uns minutos, desliga-se e então colocam-se os vidrinhos ou panela envoltos em uma toalha grande ou um pequeno cobertor (mas se estiver muito frio esse calor inicial não vai deixá-lo tomar consistência que se deseja). Uma caixa de isopor pode também ser aquecida com água de quente para morna (deixar cerca de uns 2 dedos de água morna) e colocar  os vidros ou panela dentro. Vítor Hugo sugere também a possibilidade de se fazer dentro de uma garrafa térmica, de uso exclusivo para isso, se levar-se em conta o cuidado especial com a higiene desta após cada uso. Já no verão costumo colocar os vidros dentro do forno pois acho que na iogurteira ele fica muito aquecido, sabor azedo demais e dessora um pouco. Isso porque minha iogurteira já é velhinha, tem mais de 20 anos… é elétrica, da Arno.

O iogurte precisa ficar bem quietinho enquanto se desenvolve, não é bom ficar mexendo nele ou trocando de lugar.

Para um iogurte inicial, embora possam ser usados iogurtes naturais industrializados como isca para o início do processo (lembra dos poréns acima levantados por Sônia Hirsch? ) , eu prefiro mil vezes iniciar seu cultivo com o fermento lácteo probiótico sem conservantes, próprio para isso: conheço a marca Bio Rich que funciona como eu gosto. Não é propaganda, apenas a-do-ro seu resultado e sabor em meus iogurtes.

Costumo prepará-lo em vidros pequenos, em geral faço 6 com 1 litro de leite daqueles de saquinho, de preferência tipo “B”, “A” ou premium. A gordura dá consistência e saboriza. Já caí na tentação e acrescentei umas 3 colheres de sopa de creme de leite fresco ao leite na hora de colocar a isca – obviamente fica delicioso mas ninguém pode ficar comendo gordura demais diariamente! E para se produzir iogurte desnatado vai ser necessário acrescentar gomas e amidos tal os industrializados, pois, com leite desnatado só conseguiremos produzir um iogurte muito líquido, aguado. A cada vez que você prepara deve guardar pelo menos 1 colher de sopa grande de iogurte pronto na geladeira para servir de isca para a próxima produção. Se bem conservado, pode ser reusado inúmeras vezes, essa isca, sempre renovada, pode ser guardada por anos. Agora, se por algum motivo você demorou a produzir de novo, a isca pode ter ficado velha, não custa conseguir no fermento lácteo para reiniciar o processo.

Vamos à receita:

IOGURTE NATURAL

1 litro de leite de saquinhos tipo “B”

1 envelope de Bio Rich (fermento lácteo probiótico para preparo de iogurte) ou 1 boa colher de sopa de iogurte natural preparado anteriormente ou industrializado.

1 colher de leite em pó desnatado (não costumo usar – mas dá maior consistência)

PREPARO:

Aqueça o leite até que um pouco antes de ferver (gosto de levar até cerca de 75°C) numa panela de aço.

Deixe-o esfriar até que chegue a 45°C. Se não tiver termômetro, teste com seu dedo minguinho: vc tem de conseguir deixá-lo dentro de leite aquecido por 10 segundos sem se queimar.

Nessa temperatura acrescente a isca (iogurte pronto). Se em vez de isca você for usar o fermento lácteo, primeiro coloque um pouco do leite num vidro e o conteúdo de um envelope. Misture bem e desmanche as bolinhas cor-de-rosa que ficarem antes de misturar ao restante do leite. Há quem coloque 1 colher de sopa de leite em pó nesse momento, para que fique bem firme. Eu não acho necessário.

Feito isso, misture tudo junto com um fouet. Passe para os vidrinhos ou panela ou utensílio de cerâmica e leve à iogurteira, ao forno, à caixa de isopor/ sacola térmica ou para a garrafa térmica. Cubra com a tampa ou com filme plástico.

Cubra tudo agora com um cobertor ou toalha grossa se for inverno. Deixe descansar por cerca de 5 horas na iogurteira, 7 horas se estiver no forno  ou até que o iogurte já tenha chegado à consistência que você goste.

Quando está pronto, retire da iogurteira e guarde na geladeira. Sua validade é para uma semana no máximo.

Um dos meus vidros invariavelmente vai para a gaveta especial da geladeira (ainda que uma colher de sopa bem cheia já seja o suficiente para seu preparo), escondido entre frutas secas, farinhas e grãos a serem usados para o café da manhã: linhaça dourada que compro as sementes e môo no liquidificador em pequenas quantidades e guardo na geladeira para usar, aveia, amaranto, damascos, peras secas, passas, etc.

Seus usos? dos mais diversos: puro, com geléia de morango, com a fruta e/ou granola da manhã, no tempero de uma bela salada (com alho, sal, gotas de limão, salsinha, cebolinha e azeite de oliva – por exemplo), no tempero da carne assada ou do frango; no preparo da coalhada seca para acompanhar seu pão integral em vez de manteiga, na confecção das Amabariss (bolinhas de coalhada seca temperada), no preparo de sobremesas e cremes doces (pode ser usado junto com creme de leite fresco e cream cheese no tiramissu em lugar do mascarpone), em cheesecakes… há muitas formas  e receitas para empregá-lo!

Sem contar que seu trabalho, seu carinho e sua energia estarão impressos no alimento que irá consumir!

Abraços!

Azeite de oliva temperado

O Azeite de Oliva

É um produto obtido a partir de azeitonas (Olea europaea L.), tratando-se de um sumo de frutos. Desta designação são excluídos produtos obtidos com ajuda de solventes ou misturas com outros tipos de óleos.
O ar, a luz e o calor afetam o azeite de oliva, por isso, convém conservá-lo em embalagens lacradas, em temperatura ambiente e distante da incidência direta da luz.
A cor não indica a qualidade de um azeite de oliva.
De forma diferente do que acontece com alguns vinhos, o azeite não melhora com o tempo, devendo ser consumido o quanto antes, de preferência dentro do primeiro ano de produção. Quando bem conservado, seu prazo de validade é de três anos.
São necessários entre quatro e cinco quilos de azeitonas, o fruto da oliveira,  para produzir 1 litro de azeite de Oliva.
A partir da prensagem de azeitonas maduras obtém-se o azeite de oliva virgem, que é tratado exclusivamente por processos físicos: lavagem, moagem, prensa fria e centrifugação. O resultado é um produto não fermentado de baixa acidez (no máximo 2º).

A União Européia classifica azeites de oliva da seguinte maneira:

  • São considerados azeites extravirgens aqueles cuja acidez é menor do que 0,8 % e que apresentaram atributos positivos suficientes em testes sensoriais. São produtos de alta qualidade gastronômica e no dia-a-dia são utilizados para finalização de pratos ou saladas. Industrialmente podem ser misturados com outros tipos de azeite.
  • Os azeites de oliva com acidez entre 0,8% e 2% são conhecidos comoazeite de oliva virgem. Na sua comercialização podem receber o epíteto fino. Seu principal uso é o culinário e quando usados industrialmente são mesclados com outros tipos de azeite.
  • Os azeites com acidez maior do que 2% denominam-se azeite de oliva virgem lampante. Destinam exclusivamente para uso industrial na mistura com outros azeites de Oliva.
  • Azeites que superam o grau de acidez de 2% ou que por problemas climáticos ou de processo apresentam defeitos sensoriais são destinado ao refino. O refino não modifica a estrutura química do azeite de oliva e elimina os seus defeitos resultando em um produto com acidez não superior a 0,3%. O azeite refinado não é vendido aos consumidores e destinam-se exclusivamente a utilização industrial, ou seja, são misturados com outros azeites de oliva.
  • A mistura de azeite refinado com azeites de oliva vingens (extra, fino ou lampante) recebe a denominação genérica azeite de oliva. O grau de acidez final não pode superar a 1%. Essa limitação modula a utilização dos azeites virgens na produção do azeite de oliva. Ou seja, para atende-la, os fabricantes se obrigam a utilizar mais azeites de oliva extravirgem (ou fino) do que o lampante na elaboração do azeite de oliva. A principal utilização do azeite de oliva é culinária. (fonte: azeite.com )

Azeite de Oliva Temperado

Parece tão simples para alguns, mas para outros aquele azeite de oliva extra virgem marcante, temperado, é tão especial e imaginariamente complicado de preparar…

Como nas duas receitas anteriores ele foi empregado, vamos desvendar seus segredos para você também poder prepará-lo e degustá-lo.

Eu diria que sou exagerada e já gosto de incluir várias ervas e temperos quando preparo um vidro; se seu paladar lhe pede um azeite específico para cada uma delas, por que não? Escolha sua erva preferida, talvez somente limão siciliano, ou faça várias garrafas, cada qual com seu sabor.

Minha forma de prepará-lo é a seguinte:

INGREDIENTES:

500 ml de azeite de oliva extra-virgem de ótima qualidade

ervas frescas a sua escolha: manjericão, alecrim, sálvia, orégano, hortelã

2 dentes de alho com uma camada de casca

1 pimenta jalapeño ou dedo de moça ou malagueta fresca; pimenta do reino preta, branca ou verde; pimenta rosa;

alcaparras, azeitonas pretas ou verdes, castanha do pará, amêndoas, raspas de limão siciliano, o que preferir

1 vidro e 1 bico especial para azeites

1 espeto para empurrar as ervas no vidro

PREPARO:

Higienize cuidadosamente uma garrafa de vidro de tamanho suficiente para acondicionar a(s) erva(s) e o azeite da seguinte forma:

Coloque água a ferver em uma panela alta de aço (de preferência); ao entrar em ebulição,  coloque uma fralda de tecido no fundo (para que a garrafa não bata e fique mais firme) e arrume a garrafa dentro; deixe ferver por 2 minutos. Retire-a com uma pinça e vire-a ao contrário, fundo para cima. Deixe mais 2 minutos. Retire-o, deixando descansar sobre um pano bem limpo e deixe escorrer por 10 minutos com a superfície virada para baixo. Ferva a tampa também se não for de plástico. Acho prática a tampa com molinha que vem num azeite português comercializado no Brasil pois evita desperdício e pingos fora de lugar para a pessoa se servir.

Higienize os ingredientes que for usar com cloro diluído em água filtrada, seque-os numa centrífuga para saladas: .

Escolha galhos bonitos das ervas  como manjericão, alecrim, tomilho… e insira-os na garrafa. Se precisar use um espetinho para empurrar. O alho pode ficar com a casca fina; se quiser que dê mais sabor, amasse-o ligeiramente com uma faca. É bom dar um corte em cruz na ponta da pimenta para ela não boiar no azeite. Acrescente as sementes, as conservas (se for usar azeitonas ou alcaparras, as pimentas, os alho, etc). Aqueça o azeite numa jarra (também muito bem higienizada) no microondas, por cerca de 30 segundos e coloque-o sobre as ervas até preencher bem a garrafa. Não deixe o azeite aquecer demais, cada microondas leva tempos um pouco diferentes.

Deixe descansar de 3 a 5 dias pelo menos antes de empregar. Com o tempo a pimenta poderá ficar mais forte então cuide com a variedade que irá usar para que fique de acordo com seu paladar de preferência.

Fica muito interessante sobre saladas, sobre cottages, coalhada seca, risotos… Gosto também de usar ao preparar alimentos, para temperar uma arroz integral, para muita produções, enfim. Lembrando que, no momento em que se aquece ele na panela,  estará perdendo parte de suas propriedades de extra-virgem pois pode oxidar no fogo. Ainda assim, fica muuuito saboroso! Experimente!

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Salada de berinjelas e abobrinhas

 

Continuando na temática de alimentação natural, uma receita de salada de berinjelas postada por Mônica Hering na confraria do patchwork me inspirou a prepará-la com a adição de abobrinhas que vão tão bem com berinjelas e tomates, cottage e os deliciosos tomates secos, sem contar o sabor especialíssimo das nozes pecan salgadas e torradas na hora quase de servir.

Posto aqui a receita para inspirar você ao preparo de sua alimentação, saudável e energeticamente  prazeirosa.

Salada de Berinjelas e Abobrinhas

1 berinjela cortadas em cubos
1 abobrinha verde grande e firme
2 colheres (sopa) de azeite de oliva temperado
2 dentes de alho bem picados
tomates cereja
tomates-secos
Sal e pimenta do reino
Orégano

Para temperar:

Azeite de oliva
Aceto balsâmico a gosto
Folhas de manjericão fresco, picadas
Sal e pimenta do reino
Tomate cereja ou tomate seco
Queijo cottage
Nozes salgadas

Em uma frigideira aquecer o azeite e sue o alho. Acrescentar a cebola e suar até que fique transparente. Juntar a berinjela e a  abobrinha, o aceto, sal, pimenta e o orégano. Refogar até que a berinjela esteja cozida, mas não muito mole. Tirar do fogo e deixar esfriar.

Refogando a Salada

Bater no liquidificador (ou processador) o azeite, aceto, manjericão, sal e pimenta.

Colocar o refogado em uma tigela e temperar com a mistura processada.

Acrescentar o queijo cottage e os tomates.

Levar à geladeira.

Colocar as nozes com um pouco de sal numa frigideira e levar para tostar ligeiramente até que adquiram crocância.

Salada de Berinjelas e Abobrinhas

Cuidando para não queimar, desligar o fogo. No momento de servir enfeitar a salada com as nozes. Essa salada fica interessante servida com folhas verdes como rúcula e alface americana.

Minha família adorou!

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Alimentação Natural e Saudável

 

Alimentação natural pode ser orientada sob várias vertentes. Pode ir desde alimentação vegetariana, macrobiótica, vegan, até simplesmente uma alimentação com a busca do que é inerente à natureza, simples e de preferência, muito saudável.

 

Pirâmide da Dieta Vegetariana

 

A busca aos ingredientes a serem usados e o critério dessas escolhas  pode ser o fator que tornará ou não seu alimento natural e saudável.

Quanto mais in natura, mais próximo à natureza puder ser obtido e preparado, melhor. O evitar alimentos industrializados, plenos de químicas, processos em massa e conservantes, com certeza, é muito importante. Alimentos orgânicos, cultivados sem agrotóxicos, sem conservantes, sem remédios ou criados dentro de especificações da lei que classifica-os como orgânicos com seu  selo de autenticidade são aqueles que deveríamos colocar dentro de nossas cozinhas sempre.

Se no preparo do alimento for usada cocção, que seja cuidada, consciente e com conhecimentos para que não sejam perdidos os elementos nutricionais desse alimento e que traga sim a valoração do mesmo, tanto em termos de cor como textura, sabor, aroma e aparência. O ser humano invariavelmente usará todos esses critérios ao consumir sua comida, (ou deveria fazê-lo- deixando um pouco de lado a pressa e o viver no automático) para ter uma alimentação natural e principalmente saudável.

Não pense que essa alimentação não lhe dará trabalho. Dará sim, consumirá tempo e energia para a limpeza, preparo e apresentação desses alimentos. Sinceramente, essa dedicação poderá lhe proporcionar um grande bem estar, saúde e a sensação de estar bem saciado e  alimentado e melhor, de ter feito corretamente sua ‘lição de casa’, respeitando esse corpo, essa máquina maravilhosa que sua alma habita.

O equilíbrio dos tipos de alimentos escolhidos também é importante que seja bem olhado, para isso entra o trabalho do nutricionista, que pode melhor orientar cada um, dentro de suas preferências pessoais. Encontramos em vários sites de nutrição e alimentação vegetariana as tão faladas pirâmides alimentares que orientam quais alimentos devem ser consumidos em maior ou menor proporção.

A Pirâmide  ovo-lacto-vegetariana que, como diz o nome, permite o consumo de ovos, lácteos e seus derivados mas não carne, peixes ou aves; em sua base estão os cereais integrais, massas e pão de um lado e legumes, soja e derivados de outro:

Pirâmide Ovo-Lacto Vegetariana
Fonte: http://universoalimentos2.blogspot.com/2010/08/10-dicas-para-uma-dieta-vegetariana.html

Já na pirâmide vegan não aparecem alimentos de origem animal:

Pirâmide Vegan
fonte: http://universoalimentos2.blogspot.com/search?q=pir%C3%A2mide+vegetariana&searchsubmit.x=0&searchsubmit.y=0,

A Pirâmide da Dieta Mediterrânea, tão comentada,  com atividade física cotidiana inclusa, tem como base pães, massas e carboidratos em geral:

Pirâmide da Dieta Mediterrânea
fonte: http://www.sonutricao.com.br/conteudo/alimentacao/p3.php

As Pirâmides Funcional e de Harvard, que dão ênfase ao exercícios, integrais,  consumo de água e óleos vegetais o que parece ser a concepção mais atual de equilíbrio alimentar para o caso de pessoas não vegetarianas:

 

Pirâmide Funcional e de Harvard
fonte: (http://www.sonutricao.com.br/conteudo/alimentacao/p4.php

Após esse passeio entre pirâmides alimentares onde cada um escolhe a sua vertente, desejo apenas ressaltar a importância do livre-arbítrio de cada um, da consciência presente e da busca ao equilíbrio nas escolhas do alimento de cada dia.

 

Volto agora o foco para a gastronomia, minha base, e sugiro começarmos uma alimentação saudável a partir de um simples e saboroso arroz integral.

 

ARROZ INTEGRAL BÁSICO

1 xícara de arroz integral (prefiro o cateto por achar mais saboroso)
1 lance de azeite de oliva
1 dente de alho pequeno bem picado, ralado ou triturado
Sal a gosto
2 xícaras de água quente

Extras

Gersal a gosto (gergelim preto e branco torrado ligeiramente na frigideira e moído)
Gotas de limão
orégano
Folha de limão kafir
Pimenta-do-reino banca moída na hora
Queijo parmesão ralado
Azeite de oliva extra-virgem temperado

Preparo:

Lavar o arroz e deixar de molho por meia hora em água fervente. De preferência numa panela de pedra, refogar o alho no azeite de oliva até exalar seu aroma (suar o alho), acrescentar e o arroz escorrido.

 

 

Refogar ligeiramente, acrescentar a água e o sal. Se quiser acrescentar os temperos extras, nessa hora colocar orégano, pimenta do reino, folha de limão e as gotas de limão. Quando levantar fervura abaixar bem o fogo e tampar a panela.

 

 

Deixar ferver até os grãos estarem macios, al dente, e absorverem toda a água sem grudar no fundo da panela.

 

 

 

Se quiser usar mais extras sugeridos, colocar um pouco de azeite extra-virgem temperado, gersal e parmesão depois de servir na travessa. Fica uma delícia! Bom apetite!

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